DICAS UTEIS

- Pesquisa sobre os E_marketplace feita pelo IDC (Internacional Data Corporation)

- A pesquisa nacional foi realizada com as mais importantes empresas que atuam nos ramos agrícola, químico têxtil, construção, alimentícios, brinquedos, utilidades e outros.

- O E-commerce e seus componentes da cadeia (business-to-business), os outros são o E-procurement e o E-distibution, movimentaram globalmente, U$$ 19,95 bilhões em 2000.O número equivalente a 9,5% do total gerado pelo mercado mundial que foi de U$$ 210 bilhões.

- O mercado brasileiro movimentou 3,9 bilhões de dólares em 2001.O movimento 130% maior que em 2000, com 1,7 bilhões de dólares. Em 2005 este número será de U$$ 21,4 bilhões (crescimento anual médio de 66%)

- Pesquisa “E-procurement: Tendência, Desafios e Melhores Práticas” (Deloitte Condulting Brasil-2001).

- Versão nacional da pesquisa já realizada nos EUA (1999 e 2000) teve como objetivo verificar qual é o estagio de desenvolvimento do E-procurement no Brasil (estratégia, prioridades, desafios e benefícios esperados pelas empresas).

- Os setores de atuação são diversificados: manufaturação, telecomunicação, alta tecnologia, bens de consumo, energia, química, serviços financeiros e outros.

- Setenta e cinco por cento (75%) das 60 empresas brasileiras multinacionais possuem uma estratégia formal de E-busines e 90% afirmam que já criaram, estão executando ou planejam adotar operações concentradas no Brasil e na América do Sul e 26% são multinacionais.Dessa total, 39% possuem receita anual de mais de U$$ 1 bilhão, 46% de até U$$ 500 milhões e 15% entre 500 milhões e 1 bilhão; tem mais de 10 mil funcionários, enquanto 10% empregam menos que 2.500 pessoas. Melhorar o serviço e a satisfação do cliente foi considerado como objetivo estratégico “importante ou muito importante” no Brasil por 89% das companhias ao optarem pela solução E-Procurement

- Pesquisa “Edge Group”

- A pesquisa ouviu 2000 executivos das 500 maiores empresas em operação no País e calcula que 90% das empresas de capital genuinamente nacional farão mais da metade de suas transações comerciais via Internet até 2005.

- Cerca de 35% delas já aderiram ao B2B, atividade que deve encerrar este ano com 5,9 bilhões de dólares movimentados no Brasil, de acordo com o relatório “negócio em rede: B2B no Brasil”.

- Estratégia ou Modismo?
- Pesquisa de adesão ao E-business da “Boucinha & Campos”


- Pergunta: como sua empresa escolheu a infra-estrutura e as aplicações para o desenvolvimento de estratégias, uso e recursos das ações da Internet?

- A pergunta foi feita a 273 empresários brasileiros durante todo o mês de agosto/2001.

- 45% disseram que a iniciativa partiu de estratégia própria previamente definida.

- 15% apenas acompanharam a concorrência.

- Em outros 7% dos casos, a adesão ao E-business se deu por recomendação de fornecedores de tecnologia.

- 5% por indicação de parceiros ou clientes.

- 4% por recomendação de uma consultoria.

- Reportagem divulgada pela revista E-commerce - Março/2001


- A maioria dos agentes de compras nos Estados Unidos pretende adotar o B2B (business-to-business), embora os planos incluam apenas 20% de suas transações realizadas via Internet até 2002.

- Segundo estudos divulgados pela Júpiter Media Metrix, 70% dos responsáveis por compras declaram que a entrada no espaço virtual é uma prioridade gerencial.

- 71% dos entrevistados citaram a redução do custo de produtos como principal benefício do comércio on-line.

- 56% mencionaram a busca rápida de produtos como outro benefício importante.

- Dificuldade Encontrada

- 60% não se adaptaram às compras on-line porque seus fornecedores preferidos ainda não adotaram a Internet.

- 55% dos agentes de compras disseram que a falta de conhecimento sobre os mercados eletrônicos os impede de começar a atuar no setor on-line.

- A falta de confiança foi a razão citada por 45% dos entrevistados.


 

 
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